
Atualmente em nosso país o financiamento imobiliário, guardadas algumas condições, tornou-se uma opção pefeitamente viável para quem ainda não dispõe dos recursos necessários para aquisição de seu imóvel. tal fato da-se pelo aperfeiçoamento das regras de financiamento, da melhoria dos programas sustentados pelo governo federal e, ainda, pela estabilidade da economia, o que permitiu a redução dos juros. No Brasil a taxa de juros, agora em patamar aceitável, ainda possui uma das taxas mais altas do mundo. Ainda assim, considerando as benesses do financiamento, a segurança que a aplicação em imóveis proporciona, aliados aos novos sistemas de cálculo de financiamento, pode-se dizer que o financiamento imobiliário poderá ser tomado como uma opção válida. O financiamento mais barato ocorre quando realizado nos moldes do Sistema Financeiro de Habitação – SFH. Basicamente poder ser tomado quando o valor do imóvel não for superior a R$350.000,00 e o valor a ser financiado não ultrapassar o teto de R$245.000,00. Os juros praticados pelo financiamento no âmbito do SFH giram entre 8% a 12% ao ano, enquanto que fora do SFH vairam entre 13% a 16% ao ano, aproximadamente, havendo peculiaridades que podem diminuir ou aumentar tais patamares, tais como a opção por taxa de juros pré ou pós-fixada. Caso o interessado no financimanto possua conta vículada ao FGTS e, uma vez atendidas todas as condições do programa, poderá obter financimanto imobiliário com taxa de juros de até 5% ao ano, com certeza a menor do mercado. O método de cálculo das prestações mais favorável ao mutuário é o SAC, que significa Sistema de Amortização Constante. Em outras palavras, significa que do começo ao fim do financiamento o percentual a ser utilizado para abater a dívida será o mesmo. A tabela SAC, se comparada com a Price, permite um abatimento maior do saldo devedor no início do financiamento, o que, por consequência, implica em menor pagamento de juros, pois a cada abatimento mensal da dívida (amortização), os juros são calculados tomando como base uma dívida menor. Ao final do financiamento observa-se que a mesma quantia, sob igual taxa de juros, pela Tabela SAC, gera menor pagamento que a Tabela Price. A Tabela SAC é conhecida por apresentar prestações decrescentes, ou seja, o valor da parcela vai baixando mê a mês, até o pagamento final do financiamento obtido. Outra dúvida que toma a cabeça do comprador diz respeito a “quanto financiar”. Aqui deve-se observar em primeiro lugar que pelas regras de financiamento não se pode comprometer mais que 30% da renda. Portanto, haverá a necessidade de se conjugar o valor a ser financiado com o número de parcelas possíveis para que não se ultrapasse este limite. Em geral fininancia-se até 80% do valor do imóvel, havendo casos excepcionais de financiamento de até 100%. Em outros casos a quota de financiamento sequer chega aos 80%. O melhor é financiar a menor quantia possível. Sem dúvida o financiamento imobiliário permite a aquisição de um bem que somente seria possível em um futuro muito distante para quem ainda não possui tais recursos, permitindo, no mais das vezes, que a pessoa saia do aluguel e, ainda, ganhe, eventualmente, com a valorização imobiliária, mas ter a paciência para acumular pelo menos uma parte do valor do imóvel para depois financiar a quantia restante, sem dúvida é a melhor opção. Por fim, ao escolher a instituição financeira, não se deve observar apenas a taxa de juros praticada, pois há diversos componentes no cálculo do financiamento (sistema de cálculo Price ou SAC, valor dos seguros, existência ou não de valor residual, carência para início do pagamento, aumento da taxa de juros a partir de determinado mês do financiamento, escolha da taxa pós ou pré-fixada, etc), de maneira que é possível se obter um financiamento mais oneroso mesmo com taxa de juros menor. Dada esta dificuldade de constatação de qual o financiamento “mais barato” o governo criou uma fórmula para se avaliar o custo efetivo do financiamento, fórmula esta que ganhou o nome de CET (custo efetivo total), obrigando as institituições financeiras a apresentar ao mutuário referido custo (CET), o que é dado em percentual. Portanto, quando procurar por financiamento entre diversas institituições exija a apresentação do CET e compare-os. O menor CET para valores idênticos, significará o menor custo de financiamento. Imóveis SJC: atuação em São José dos Campos e Jacareí.

O que significa juros pós-fixado?
Por: Mario
Data: 10/04/2009

Olá Mário, em primeiro lugar obrigado pela sua participação em nosso Blog!
Quanto à taxa de juros pós-fixada, tal significa que o saldo devedor sofrerá atualização mensal pela TR. Como os juros incide sobre o saldo devedor, a prestação sofrerá influência desta atualização. Espero ter esclarecido sua dúvida.
Por: Imóveis SJC
Data: 10/04/2009
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